Caros leitores,
Duvido que alguém leia isso aqui, mas em todo caso, sinto que devo explicações pesadas. Primeiramente, devo minha ausência a um problema sério ao qual imagino que todos passem durante a fase transitória da adolescência para a maturidade, que é a dependência na droga mais popularmente conhecida, a paçoquinha. Reparei que precisava de ajuda quando estava vendendo o Jato Invisível da Mulher Maravilha para um cara, e a pior parte: ele ia pagar à vista.
Depois de muito tempo de reabilitação, acredito estar livre de tal mal em minha vida, entretanto, para que não existam recaídas, pretendo acabar de vez com o Cesto de Lixo. Sim, faço isso com lágrimas nos olhos, mas sinto que adiei muito isso.
E para a minha própria alegria, voltei a escrever... logo mais, farei um novo espaço para divagações sem sentido, perguntas em que a resposta é a letra C, disk-pizza e a cor verde.
Quando tiver tudo pronto, coloco neste mesmo texto o link para os portais do meu novo mundinho... aliás, mundinho não... parece até que sou ator de Malhação... do meu novo espaço.
Até a próxima,
W. S. L.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Não que seja importante, mas fiz um twitter
http://twitter.com/welkerilhos
Ao menos o cereal não me processou ainda...
http://twitter.com/welkerilhos
Ao menos o cereal não me processou ainda...
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Típicos Comentários que uma Mãe Faria
– Filho, quem é essa mulher barbada estranha?
– É o Lenine, mãe.
– Ah tá...
– É o Lenine, mãe.
– Ah tá...
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Saíndo do Armário
– O que você acha tá fazendo?
– Arrumando meu armário.
– Você entrou aí dentro pra arrumar seu armário?
– É difícil arrumar o armário quando se está fora dele, não?
– Mas não precisa entrar aí dentro pra arrumar ele.
– Mas aí eu não estaria arrumando ele direito.
– E existe um jeito certo de arrumar armário?
– Pra mim, sim. É como um ritual... eu vejo o que há de inútil nele, praticamente nada, dou aquela passadinha de perfume, pra disfarçar o cheiro de velho e guardo de volta.
– Você é estranho...
– O Prince deve fazer a mesma coisa... e ninguém chama ele de estranho.
– Claro que não... estamos falando do Prince! Trocou de nome, não quis ser mais chamado de Prince, fez um filme apelativo ao extremo e mesmo com o estilo Little Richards ainda fala que não é gay!
– Vou ter que fazer um remake de “Purple Rain” pra você me deixar em paz?
– Não... deixa quieto... só espero que não tenha comida nesse buraco negro que você chama de armário.
– Não, já comi tudo que tinha.
– Uma palavra... eca!
– Só tinha um doce de amendoim e duas barras de cereal.
– Espera... essas barras não são aquelas de 2006, quando você ia ficar fora o dia inteiro por causa da prova, né?
– Não sei... mas comi.
– Nossa, eu vou sair daqui.
– Ok, tchau. Agora voltemos ao armário... Hum, bala de goma sabor limão selvagem. O verde está atraente!
– Arrumando meu armário.
– Você entrou aí dentro pra arrumar seu armário?
– É difícil arrumar o armário quando se está fora dele, não?
– Mas não precisa entrar aí dentro pra arrumar ele.
– Mas aí eu não estaria arrumando ele direito.
– E existe um jeito certo de arrumar armário?
– Pra mim, sim. É como um ritual... eu vejo o que há de inútil nele, praticamente nada, dou aquela passadinha de perfume, pra disfarçar o cheiro de velho e guardo de volta.
– Você é estranho...
– O Prince deve fazer a mesma coisa... e ninguém chama ele de estranho.
– Claro que não... estamos falando do Prince! Trocou de nome, não quis ser mais chamado de Prince, fez um filme apelativo ao extremo e mesmo com o estilo Little Richards ainda fala que não é gay!
– Vou ter que fazer um remake de “Purple Rain” pra você me deixar em paz?
– Não... deixa quieto... só espero que não tenha comida nesse buraco negro que você chama de armário.
– Não, já comi tudo que tinha.
– Uma palavra... eca!
– Só tinha um doce de amendoim e duas barras de cereal.
– Espera... essas barras não são aquelas de 2006, quando você ia ficar fora o dia inteiro por causa da prova, né?
– Não sei... mas comi.
– Nossa, eu vou sair daqui.
– Ok, tchau. Agora voltemos ao armário... Hum, bala de goma sabor limão selvagem. O verde está atraente!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Era uma Vez no Zoológico...
– Mamãe, que bicho é aquele na árvore?
– Aquela é uma coruja.
– Parece a vovó!
– Hum... parece mesmo a mãe do seu pai...
– E que bicho é aquele?
– Aquele é o javali.
– Parece o titio!
– É... parece com o irmão do seu pai mesmo...
– Mamãe, que bicho é aquele?
– Aquele ali é um avestruz.
– Ah sim...
– Não vai dizer com quem ele se parece?
– Não posso.
– Por que?
– Se eu disser, vou ficar amassado como aquele bicho ali.
E a criança aponta para o tanque do tubarão martelo.
– Aquela é uma coruja.
– Parece a vovó!
– Hum... parece mesmo a mãe do seu pai...
– E que bicho é aquele?
– Aquele é o javali.
– Parece o titio!
– É... parece com o irmão do seu pai mesmo...
– Mamãe, que bicho é aquele?
– Aquele ali é um avestruz.
– Ah sim...
– Não vai dizer com quem ele se parece?
– Não posso.
– Por que?
– Se eu disser, vou ficar amassado como aquele bicho ali.
E a criança aponta para o tanque do tubarão martelo.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O Motivo de se Ter um Blog...
Seis da tarde. Fila quilométrica no mercado. Eu, com a pressa mais infernal do mundo, a mercê de um atendente de caixa inexperiente e uma velhinha cheia de moedas. Cinco minutos se passam... dez minutos... quinze minutos. Ambos não se movem. Tento ouvir o dilema em que se encontravam.
– Dois e dezoito, senhora. – dizia o moleque do caixa.
– Como é? Quanto falta? – resmungou a senhora, abrindo a bolsinha de moedas e espalhando-as pelo balcão.
Gente apressada e gente bêbada não responde por seus atos, e como não bebo nada há 3 meses (graças a Deus e ao AA), meu caso foi o primeiro. Saí do meu lugar na fila, fui até o caixa e soltei:
– Moço, faltam dois e dezoito pra fila andar? É isso? Toma, eu pago pra ela!
O moleque do caixa riu.
– Não, não... estou dizendo pra ela que dois e dezoito é o troco.
Resumo: Perdi lugar na fila, levei mais meia hora pra passar no caixa e tive que agüentar os risos abafados do pessoal da fila.
– Dois e dezoito, senhora. – dizia o moleque do caixa.
– Como é? Quanto falta? – resmungou a senhora, abrindo a bolsinha de moedas e espalhando-as pelo balcão.
Gente apressada e gente bêbada não responde por seus atos, e como não bebo nada há 3 meses (graças a Deus e ao AA), meu caso foi o primeiro. Saí do meu lugar na fila, fui até o caixa e soltei:
– Moço, faltam dois e dezoito pra fila andar? É isso? Toma, eu pago pra ela!
O moleque do caixa riu.
– Não, não... estou dizendo pra ela que dois e dezoito é o troco.
Resumo: Perdi lugar na fila, levei mais meia hora pra passar no caixa e tive que agüentar os risos abafados do pessoal da fila.
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